{"id":2320,"date":"2018-11-14T18:30:10","date_gmt":"2018-11-14T18:30:10","guid":{"rendered":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/?p=2320"},"modified":"2020-07-25T20:42:36","modified_gmt":"2020-07-25T20:42:36","slug":"museus-e-exposicoes-no-espaco-colonial-portugues-secs-xix-e-xx","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/museus-e-exposicoes-no-espaco-colonial-portugues-secs-xix-e-xx\/","title":{"rendered":"Museus e Exposi\u00e7\u00f5es no Espa\u00e7o Colonial Portugu\u00eas (s\u00e9cs. XIX e XX)"},"content":{"rendered":"<div style=\"width: 30%; padding: 0 10px 0 0; float: left;\">\n<figure id=\"attachment_2321\" aria-describedby=\"caption-attachment-2321\" style=\"width: 205px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2321 size-medium\" src=\"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/APHES-205x300.jpg\" alt=\"\" width=\"205\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/APHES-205x300.jpg 205w, https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/APHES-768x1124.jpg 768w, https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/APHES.jpg 858w\" sizes=\"auto, (max-width: 205px) 100vw, 205px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2321\" class=\"wp-caption-text\">Imagem do programa do XXXVIII Encontro da APHES<\/figcaption><\/figure>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2326 alignleft\" src=\"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/aphes-logo-yellow-270.png\" alt=\"\" width=\"270\" height=\"90\" srcset=\"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/aphes-logo-yellow-270.png 270w, https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/aphes-logo-yellow-270-250x83.png 250w\" sizes=\"auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px\" \/><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"width: 70%; padding: 0 4px 0 0; float: left;\">\n<p>Entre 16 e 17 de Novembro tem lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o XXXVIII Encontro da <a href=\"https:\/\/www.aphes.pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Hist\u00f3ria Econ\u00f3mica e Social<\/a> (APHES), dedicado ao tema <em>O G\u00e9nero na Hist\u00f3ria Econ\u00f3mica e Social.<\/em><\/p>\n<p>Filipa Lowndes Vicente (ICS-ULisboa) coordenou o painel &#8220;Museus e Exposi\u00e7\u00f5es no Espa\u00e7o Colonial Portugu\u00eas (s\u00e9cs. XIX e XX)&#8221;.<\/p>\n<p>Com a modera\u00e7\u00e3o de Maria do Mar Gago, \u00a0investigadora associada do GI Imp\u00e9rios, o painel contou com tr\u00eas apresenta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>1. Ver o passado e o futuro: Exposi\u00e7\u00f5es industriais, agr\u00edcolas e art\u00edsticas em Goa (1860-1952)<\/strong><u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Filipa Lowndes Vicente (ICS-ULisboa)<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><strong>2. Para uma hist\u00f3ria do Museu de Angola: ideias explorat\u00f3rias e pistas de investiga\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Ana Rita Amaral (University of the Free State, \u00c1frica do Sul)<\/p>\n<p><strong>3. Ci\u00eancia, Cultura e Colonialismo Tardio no Centro de Estudos da Guin\u00e9 Portuguesa<\/strong><u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Frederico \u00c1goas (CICS.NOVA FCSH)<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>para mais informa\u00e7\u00f5es sobre o Encontro, visite <a href=\"https:\/\/aphesencontro2018.weebly.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n<p><u><\/u><strong>\u00a0Resumos das comunica\u00e7\u00f5es<\/strong><u><\/u>\u00a0<strong>apresentadas no painel<\/strong><u><\/u><\/p>\n<p><strong>1. Ver o passado e o futuro: Exposi\u00e7\u00f5es industriais, agr\u00edcolas e art\u00edsticas em Goa (1860-1952)<\/strong><u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Filipa Lowndes Vicente (ICS-ULisboa)<b><u><\/u><u><\/u><\/b><\/p>\n<p>Em 1860, Goa foi o cen\u00e1rio para uma exposi\u00e7\u00e3o com a palavra \u201cindustria\u201d no seu t\u00edtulo e quase 3000 objetos ou amostras, todos descritos num cat\u00e1logo impresso. A organiza\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es em Goa pode tamb\u00e9m ser analisada como um modo de apropria\u00e7\u00e3o de discursos e pr\u00e1ticas associadas ao progresso e modernidade tal como estes eram concebidos, e assim contrariar o tamb\u00e9m persistente paradigma da \u201cdecad\u00eancia\u201d associada ao Imp\u00e9rio portugu\u00eas da \u00c1sia em meados dos s\u00e9culos XIX.<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Como \u00e9 que a mais esquecida das geografias coloniais deste per\u00edodo organizou uma exposi\u00e7\u00e3o industrial cinco anos antes da primeira que teve lugar em territ\u00f3rio metropolitano \u2013 no Porto em 1865 \u2013 ou vinte anos antes de outra exposi\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o colonial portugu\u00eas \u2013 a de Cabo Verde em 1881? As elites goesas anteciparam assim as instru\u00e7\u00f5es vindas da metr\u00f3pole na d\u00e9cada de 1880 acerca dos benef\u00edcios de organizar exposi\u00e7\u00f5es nas col\u00f3nias. A iniciativa de uma elite masculina local \u2013 nascida em Goa ou proveniente da metr\u00f3pole &#8211; ser\u00e1, ali\u00e1s, uma caracter\u00edstica deste per\u00edodo essencial para se compreender a riqueza e diversidade da produ\u00e7\u00e3o intelectual e cultural que teve lugar em Goa entre 1860 e 1961.<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Se as exposi\u00e7\u00f5es em Goa come\u00e7aram por estar ligadas \u00e0s exposi\u00e7\u00f5es cat\u00f3licas associadas ao culto de S\u00e3o Francisco Xavier, veremos como o modelo expositivo se adaptou a outros contextos hist\u00f3ricos, tamb\u00e9m mais seculares. Entre 1860, passando por 1890 e 1913 e at\u00e9 1952, em pleno Estado Novo e poucos anos depois da \u201c\u00cdndia Brit\u00e2nica\u201d se ter tornado um pa\u00eds independente, Goa foi o cen\u00e1rio e o tema de v\u00e1rias exposi\u00e7\u00f5es. Os modos como estes espa\u00e7os foram apropriados para projetar v\u00e1rias identidades goesas \u2013 distintas e por vezes contradit\u00f3rias &#8211; ser\u00e1 o principal objeto da minha an\u00e1lise.<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><strong>Palavras-Chave<\/strong>: Goa, \u00cdndia; exposi\u00e7\u00f5es; colonialismo; moderniza\u00e7\u00e3o; historiza\u00e7\u00e3o<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><strong>2. Para uma hist\u00f3ria do Museu de Angola: ideias explorat\u00f3rias e pistas de investiga\u00e7\u00e3o<\/strong><u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Ana Rita Amaral (University of the Free State, \u00c1frica do Sul)\u00a0<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre museus e colonialismo em Portugal tem vindo a merecer uma aten\u00e7\u00e3o crescente, tanto acad\u00e9mica como mesmo medi\u00e1tica. V\u00e1rios autores t\u00eam contribu\u00eddo significativamente neste sentido, n\u00e3o s\u00f3 atrav\u00e9s de abordagens mais gerais ao tema, como tamb\u00e9m com o aprofundamento de alguns estudos de caso, sobretudo no cruzamento com a constitui\u00e7\u00e3o de colec\u00e7\u00f5es e museus etnogr\u00e1ficos, e com o desenvolvimento da antropologia (ver, entre outros, Bouquet et al 1988; Gouveia 1997; Dias 2000, 2001; Roque 2001; Cantinho 2005; Porto 2009; Amaral et al 2013).<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Neste panorama, a cria\u00e7\u00e3o e exist\u00eancia de museus nas col\u00f3nias portuguesas n\u00e3o tem sido t\u00e3o trabalhada. \u00c0 excep\u00e7\u00e3o do trabalho de Porto sobre o Museu do Dundo, criado pela Companhia de Diamantes de Angola, em 1936 (Porto 2009), a maioria dos trabalhos tem-se concentrado sobre os esfor\u00e7os institucionais a partir do plano metropolitano, ainda que, como chama aten\u00e7\u00e3o Dias, as divis\u00f5es entre metr\u00f3pole e col\u00f3nia, centro e periferia, ci\u00eancia metropolitana e ci\u00eancia colonial devam ser problematizadas no que respeita \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o de colec\u00e7\u00f5es e museus ditos \u2018coloniais\u2019 (Dias 2001:20).<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><u><\/u><u><\/u>Nesta apresenta\u00e7\u00e3o, pretendo contribuir para o debate em torno desta tem\u00e1tica, abordando o caso de Angola e discutindo algumas notas explorat\u00f3rias sobre o Museu de Angola. Criado em 1938 e inicialmente instalado na Fortaleza de S\u00e3o Miguel, em Luanda, o Museu era composto por cinco sec\u00e7\u00f5es (etnografia, hist\u00f3ria, ci\u00eancias naturais, economia e arte) e dois anexos (biblioteca e arquivo hist\u00f3rico). Nesse mesmo ano, realizara-se a Exposi\u00e7\u00e3o-Feira de Angola, apontada como percursora do Museu, atrav\u00e9s da qual se procurara, a partir de Luanda, mostrar o desenvolvimento da col\u00f3nia. Podendo discutir-se o car\u00e1cter mais precoce ou mais tardio da cria\u00e7\u00e3o do Museu de Angola face ao panorama cient\u00edfico-museol\u00f3gico colonial portugu\u00eas e internacional, \u00e9 de salientar que se encontram, desde pelo menos meados do s\u00e9culo XIX, v\u00e1rias tentativas de cria\u00e7\u00e3o de museus em Luanda. Dentre estas, a mais not\u00f3ria foi a da cria\u00e7\u00e3o de um Museu Etnogr\u00e1fico de Angola e Congo em 1912. Apesar de malogradas, estas iniciativas tinham por fim promover o desenvolvimento e acumula\u00e7\u00e3o locais de conhecimento sobre o territ\u00f3rio, \u00e0 medida que a ocupa\u00e7\u00e3o e a malha administrativa se iam expandindo. Procurarei assim problematizar a cria\u00e7\u00e3o do Museu de Angola, considerando as iniciativas que o precederam, os diversos actores envolvidos, para al\u00e9m da administra\u00e7\u00e3o colonial, bem como a sua rela\u00e7\u00e3o com institui\u00e7\u00f5es cong\u00e9neres, dentro e fora Angola. Procurarei ainda abrir pistas de investiga\u00e7\u00e3o sobre a actividade cient\u00edfica e cultural do Museu durante as d\u00e9cadas seguintes, tendo em conta a cria\u00e7\u00e3o do Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica de Angola (1955) e as pol\u00edticas de investiga\u00e7\u00e3o colonial concentradas na Junta de Investiga\u00e7\u00e3o do Ultramar a partir dos anos 1950.<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><strong>Palavras-chave<\/strong>: Museu; Angola; Colonialismo; Ci\u00eancia<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><strong>3. Ci\u00eancia, Cultura e Colonialismo Tardio no Centro de Estudos da Guin\u00e9 Portuguesa\u00a0<\/strong><u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Frederico \u00c1goas (CICS.NOVA FCSH)<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p>Em Portugal, os estudos acerca das transforma\u00e7\u00f5es epist\u00e9micas ocorridas a partir de meados da d\u00e9cada de 1950 no contexto da investiga\u00e7\u00e3o colonial, designadamente a utiliza\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos cient\u00edfico-sociais para produzir informa\u00e7\u00e3o considerada \u00fatil para o governo das popula\u00e7\u00f5es, t\u00eam estado focado na actividade do Instituto Superior de Estudos Ultramarinos ou de outros organismos directamente dependentes da administra\u00e7\u00e3o metropolitana. Originalmente atribu\u00eddas \u00e0 iniciativa de alguns africanistas portugueses, aquelas transforma\u00e7\u00f5es seriam entretanto consideradas como subprodutos da reac\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dos mais altos quadros do colonialismo portugu\u00eas \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o radical do contexto geopol\u00edtico. Mais recentemente, sugeriu-se tamb\u00e9m que aquelas transforma\u00e7\u00f5es devem ser pensadas \u00e0 luz da progressiva racionaliza\u00e7\u00e3o da administra\u00e7\u00e3o colonial; da consequente reforma da Escola Superior Colonial, em 1946; e dos apelos dos funcion\u00e1rios coloniais a respeito da sua pr\u00f3pria forma\u00e7\u00e3o profissional. Menos explorada, todavia, tem sido o significado que a iniciativa n\u00e3o-metropolitana possa ter tido no mesmo processo. \u00c9 neste contexto que importa explorar a aparente precocidade da ac\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e cultural do Centro de Estudos da Guin\u00e9 Portuguesa (CEGP), criado em 1946 e cuja actividade extravasa em muito a investiga\u00e7\u00e3o etnogr\u00e1fica e social que ser\u00e1 regularmente publicada nas p\u00e1ginas do seu peri\u00f3dico, o Boletim Cultural da Guin\u00e9 Portuguesa (BCGP) ou nas pr\u00f3prias edi\u00e7\u00f5es do Centro. A natureza substantiva destes trabalhos, em larga medida produzidos por funcion\u00e1rios coloniais, tem sido tratada apenas marginalmente em trabalhos que os tratam como fontes; e a actividade do CEGP s\u00f3 foi explorada em trabalhos de natureza\u00a0 memorial\u00edstica ou em estudos centrados no seu principal instigador, o oficial de marinha Avelino Teixeira da Mota. Nesta apresenta\u00e7\u00e3o re\u00fano novas informa\u00e7\u00f5es sobre estes t\u00f3picos e sintetizo a actividade cient\u00edfico-social dos primeiros anos do CEGP no contexto mais geral da sua actividade cultural, designadamente a cria\u00e7\u00e3o de Museu etnogr\u00e1fico e de hist\u00f3ria natural, e integro os resultados desse exerc\u00edcio numa leitura geral das reformas empreendidas por Sarmento Rodrigues enquanto governador da Guin\u00e9 Portuguesa. O estudo destas iniciativas \u00e9 tanto mais relevante se considerarmos que Sarmento Rodrigues assumir\u00e1 entretanto posi\u00e7\u00f5es como professor da Escola Superior Colonial e como Ministro das Col\u00f3nias, e que o futuro l\u00edder do movimento nacionalista\u00a0 da Guin\u00e9-Bissau e Cabo Verde, Am\u00edlcar Cabral, publicar\u00e1 diversos artigos no BCGP durante a d\u00e9cada de 1950, na altura ainda como agr\u00f3nomo ao servi\u00e7o do imp\u00e9rio colonial portugu\u00eas.\u00a0<u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><strong>Palavras-Chave<\/strong><em>: <\/em>Colonialismo; Ci\u00eancia; Moderniza\u00e7\u00e3o; Guin\u00e9-Bissau; Portugal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Painel coordenado por Filipa Lowndes Vicente no Encontro da Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Hist\u00f3ria Econ\u00f3mica e Social. Leia aqui os resumos das apresenta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":2335,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_cbd_carousel_blocks":"[]","_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[42,90,269],"tags":[45,9,68,282,105,93,20,92,95],"class_list":["post-2320","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-divulgacao","category-comunicacao","category-painel","tag-africa","tag-angola","tag-asia","tag-colonialism","tag-gender","tag-historiography","tag-india","tag-museum","tag-ciencia"],"translation":{"provider":"WPGlobus","version":"3.0.0","language":"pt","enabled_languages":["en","pt"],"languages":{"en":{"title":true,"content":true,"excerpt":true},"pt":{"title":false,"content":false,"excerpt":true}}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2320","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2320"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2320\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5840,"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2320\/revisions\/5840"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2335"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2320"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2320"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gi-imperios.org\/blog\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2320"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}