Filipa Lowndes Vicente (ICS-ULisboa) publicou o artigo ‘Arquivo Histórico Ultramarino – Como reinventar um arquivo histórico colonial?’, no âmbito do projeto ‘ReMapping Memories Lisboa – Hamburg: Lugares de Memória (Pós)Coloniais’, do Goethe-Institut Portugal. A autora aborda o contexto de criação do Arquivo Histórico Ultramarino, questionando: “Como pode um arquivo histórico colonial reinventar com uma abordagem pós-colonial?”. O artigo está disponível online

Resumo:
“Em 1931, no início do Estado Novo, foi criado o Arquivo Histórico Colonial, lado a lado com outras instituições e organismos centrados no projeto colonial português. O seu objetivo era o de preservar, classificar e facilitar o acesso à documentação relativa ao Império Colonial Português. Hoje, continua a ter a mesma função. Como pode um arquivo histórico colonial reinventar com uma abordagem pós-colonial?”
Sobre o projeto ‘ReMapping Memories Lisboa – Hamburg: Lugares de Memória (Pós)Coloniais’:
“ReMapping Memories Lisboa – Hamburg: Lugares de Memória (Pós)Coloniais é um projeto plurianual do Goethe-Institut Portugal, que dedica a sua atenção ao modo como o colonialismo e a resistência anticolonial — expressos nos seus vestígios em pedra e no “mapa mental” legado às populações — surgem concretizados no espaço público das cidades portuárias de Hamburgo e Lisboa.”
Texto disponível aqui
Mais informações sobre o projeto aqui
Fotografias de Rui Sérgio Afonso (de destaque e acima) e do Instituto de Investigação Científica Tropical, Lisboa, Portugal (à direita), extraídas do artigo online
